IA, startups e e-commerce

IA Longo: Direito Digital

Estrutura jurídica para inteligência artificial, startups, e-commerces e negócios digitais.

Entenda a área

Atuação conectada à realidade, não apenas ao processo.

Tecnologia avança antes das respostas prontas. Privacidade, inteligência artificial, contratos digitais e consumo precisam fazer parte do produto desde o início.

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Experiência útil

IA Longo · Radar jurídico digital

Uma brincadeira com o nosso nome — e um diagnóstico real.

Responda seis perguntas sobre o seu negócio digital e descubra quais pontos merecem atenção jurídica agora. Política de privacidade, LGPD, uso de IA e contratos com fornecedores: cada item que você ainda não tem organizado representa um risco que pode ser evitado. Leva menos de dois minutos. O resultado é seu.

Seu resultado orientativo

Selecione os itens para organizar seu primeiro roteiro.

Prepare-se

Documentos que ajudam a contar a história.

Você não precisa ter tudo antes do primeiro contato.

  1. 01Política de privacidade e termos
  2. 02Mapa dos dados coletados
  3. 03Contratos com fornecedores
  4. 04Fluxos automatizados e uso de IA
Situações concretas

Direito aplicado à vida digital.

Para empresas e negócios digitais

  • ✓ Adequação à LGPD e mapeamento de dados
  • ✓ Contratos digitais e termos de uso
  • ✓ Uso jurídico de inteligência artificial
  • ✓ Incidentes de segurança e vazamento de dados
  • ✓ E-commerce, marketplaces e responsabilidade digital

Para pessoas físicas

  • ✓ Uso indevido de imagem ou dados pessoais
  • ✓ Crimes digitais: golpes, fraudes e estelionato online
  • ✓ Exposição íntima não consensual
  • ✓ Difamação e calúnia em redes sociais
  • ✓ Remoção de conteúdo e proteção de direitos
Dúvidas frequentes

Informação clara para o primeiro passo.

Para empresas e negócios digitais

Minha empresa é obrigada a seguir a LGPD?

Sim, desde que realize tratamento de dados pessoais sujeito à lei, independentemente do porte. Na prática, isso alcança negócios que mantêm cadastro de clientes, enviam comunicações, utilizam cookies ou contratam fornecedores com acesso a dados. Microempresas e MEIs podem ter regras procedimentais simplificadas, mas não estão dispensados dos princípios, das bases legais e dos direitos dos titulares. A adequação não é um evento único: exige revisão contínua de práticas, documentos e contratos conforme a operação evolui.

Uma política de privacidade genérica baixada da internet é suficiente?

Não. A política deve refletir quais dados o negócio realmente coleta, para quais finalidades, por quanto tempo os conserva e com quem os compartilha. Um documento genérico que não corresponda à operação pode evidenciar falta de controle e transparência. A redação adequada começa pelo mapeamento real dos fluxos de dados e precisa acompanhar as mudanças do negócio.

O que acontece se minha empresa sofrer um vazamento de dados?

A empresa deve avaliar imediatamente a natureza, a extensão e os riscos do incidente, conter seus efeitos e documentar as providências. Quando houver risco ou dano relevante aos titulares, a comunicação à ANPD e aos afetados deve ocorrer em três dias úteis, conforme o regulamento vigente, ressalvados prazos específicos previstos em outras normas. Um plano de resposta previamente definido reduz impactos jurídicos, operacionais e reputacionais.

Posso usar inteligência artificial no meu negócio sem cuidados jurídicos específicos?

O uso empresarial de IA pode envolver proteção de dados, direitos autorais, transparência, segurança e responsabilidade por decisões automatizadas. Quando uma decisão tomada unicamente com base em tratamento automatizado afeta interesses do titular, a LGPD assegura o direito de solicitar sua revisão e obter informações claras sobre os critérios utilizados, observados os segredos comercial e industrial. Contratos com fornecedores e supervisão humana devem ser avaliados conforme o risco de cada aplicação.

Preciso de contrato específico com fornecedores que acessam dados dos meus clientes?

É recomendável formalizar as responsabilidades de cada parte. Quando um fornecedor trata dados em nome da empresa, o contrato ou cláusula específica deve definir finalidade, limites de uso, medidas de segurança, subcontratação, cooperação com direitos dos titulares e resposta a incidentes. A qualificação jurídica de controlador ou operador depende das decisões efetivamente tomadas por cada parte, e não apenas do nome usado no documento.

Meu negócio vende online. Quais são as obrigações legais com os consumidores digitais?

O comércio eletrônico deve observar o Código de Defesa do Consumidor, o Decreto nº 7.962/2013 e, quando houver tratamento de dados pessoais, a LGPD. Isso inclui identificação clara do fornecedor, informações completas sobre produtos e preços, atendimento facilitado, confirmação da contratação, segurança no pagamento e respeito ao direito de arrependimento nos casos legais. Termos, políticas e fluxos de venda precisam corresponder à operação real.

Direitos digitais da pessoa física

Minha imagem foi usada sem autorização nas redes sociais. O que posso fazer?

O uso não autorizado de imagem pode violar direitos da personalidade e gerar obrigação de cessar a divulgação e, conforme o contexto e os prejuízos, indenização. Antes de agir, é importante preservar provas com URL, data, perfil responsável e contexto da publicação. A medida pode ser dirigida ao autor e, nas hipóteses previstas em lei, à plataforma. Casos urgentes podem justificar pedido judicial de remoção rápida.

Fui vítima de golpe ou fraude pela internet. Tenho como buscar reparação?

Sim, mas o caminho depende da identificação dos envolvidos, do fluxo dos valores e de eventual falha do serviço utilizado. Registre boletim de ocorrência, comunique imediatamente a instituição financeira pelos canais oficiais e preserve conversas, comprovantes, endereços digitais e protocolos. A responsabilidade de bancos ou plataformas não é automática: deve ser analisada conforme a falha de segurança, a conduta do consumidor e as circunstâncias do caso.

Alguém está me difamando ou espalhando mentiras sobre mim na internet. O que fazer?

Conteúdos falsos ou ofensivos podem gerar consequências civis e, conforme o caso, configurar calúnia, difamação ou injúria. Preserve a publicação, a URL, a data e elementos que identifiquem o responsável antes de solicitar a remoção. Além de eventual indenização e medida criminal, pode ser cabível ordem judicial para retirada. Pelo Marco Civil da Internet, a responsabilização civil da plataforma por conteúdo de terceiro depende, em regra, do descumprimento de ordem judicial específica, ressalvadas hipóteses legais próprias.

O que é exposição íntima não consensual e quais são os meus direitos?

É a divulgação, sem consentimento, de cena de sexo, nudez ou pornografia. A conduta pode configurar o crime do artigo 218-C do Código Penal, com pena aumentada quando praticada por pessoa que mantém ou manteve relação íntima de afeto com a vítima ou com finalidade de vingança ou humilhação. A vítima também pode buscar indenização e remoção. O Marco Civil prevê retirada após notificação da vítima para conteúdos íntimos abrangidos pela lei, sem necessidade de ordem judicial prévia.

Tenho direito a pedir a remoção de conteúdo sobre mim que está na internet?

Depende da natureza do conteúdo, da fonte, do tempo decorrido e do conflito com liberdade de expressão e interesse público. O STF decidiu que não existe, no Brasil, um direito ao esquecimento genérico baseado apenas na passagem do tempo. Ainda assim, conteúdos ilícitos, dados tratados em desacordo com a LGPD ou publicações que violem honra, imagem e privacidade podem justificar correção, desindexação ou remoção nas hipóteses legais, com análise individual do caso.

Regulatório e sanções

Minha empresa recebeu uma reclamação da ANPD. Como devo agir?

A notificação deve ser tratada dentro do prazo indicado, com resposta técnica e jurídica coerente com a operação real. É importante preservar documentos, identificar os tratamentos envolvidos, demonstrar medidas adotadas e corrigir falhas sem ocultar informações. A LGPD prevê sanções como advertência, publicização da infração, bloqueio ou eliminação de dados e multa de até 2% do faturamento no Brasil, limitada a R$ 50 milhões por infração, observados o processo administrativo e os critérios legais.

Atendimento

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